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Estados Unidos aprovaram corte de relações com o Brasil em caso de golpe

Decisão veio após o resultado do primeiro turno.

O Brasil acompanha manifestações pedindo golpe por rodovias e estradas da maior parte dos estados. Nas ruas, estão os eleitores que não aceitam a vitória de Lula e desejam a manutenção de Bolsonaro no poder.

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As manifestações, de caráter antidemocrático, foram alvo de decisões do STF. Governadores e prefeitos, em alguns casos, se mobilizam para que as vias sejam desobstruídas. Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e até Guarda Civil, em alguns casos, estão sendo acionadas.

As movimentações geram especulação e prejuízo a população, que tem sido impedida de transitar. O que muitos não se atentaram ainda é que qualquer tentativa do presidente em exercício, Jair Bolsonaro, tende a ser considerada golpista.

Em caso de golpe, os Estados Unidos já se anteciparam há cerca de um mês. Quando saiu o resultado do primeiro turno, o Congresso do país aprovou que os EUA corte relações com o Brasil em caso de golpe.

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A decisão dos EUA tem chance de ser copiada por outros países. Desde o anúncio oficial do resultado do segundo turno, dezenas de líderes de estado já se manifestaram reconhecendo a legitimidade da eleição brasileira e reconhecendo Lula como presidente eleito.

Biden, inclusive, chegou a telefonar para Lula a fim de conversar com o futuro mandatário e manifestar seu interesse em firmar novas parcerias com Brasil e “trabalhar em conjunto” contra temas comuns, como a preservação do meio ambiente e o combate a insegurança alimentar.

Sobre o Autor

Roberta R

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