O velório do Apóstolo Rina, fundador da Igreja Bola de Neve, marcado pela comoção de fiéis e familiares, tornou-se cenário de uma polêmica que trouxe à tona tensões internas na liderança da instituição religiosa.
Rina, vítima de um acidente de moto, era uma figura central para a igreja e sua partida gerou não apenas luto, mas também questionamentos sobre o futuro do comando da organização. O episódio ocorrido durante a cerimônia evidenciou disputas em torno do processo sucessório.
Denise Seixas, esposa de Rina e vice-presidente da igreja, deveria assumir naturalmente a liderança, mas foi surpreendida por uma tentativa de afastamento. Durante a cerimônia, ela recebeu de um advogado ligado à igreja um documento que, segundo seu relato, a excluía da linha sucessória.
Sem compreender completamente o teor do documento, Denise recusou-se a assiná-lo. A situação gerou um momento de tensão, com a pastora exigindo explicações e se recusando a aceitar mudanças sem antes esclarecer os detalhes da proposta.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Denise, em tom firme, pede para acessar o documento. Em um dos registros, ela questiona o motivo pelo qual não pode simplesmente lê-lo, enquanto testemunhas relatam discussões acaloradas nos bastidores do evento.
O episódio teria ocorrido em uma área administrativa do velório e envolveu confrontos verbais e até empurrões, segundo relatos. O incidente expõe um conflito delicado dentro da estrutura da igreja, evidenciando as dificuldades que organizações religiosas enfrentam em momentos de transição de liderança.
Para ver a discussão deslize o vídeo para o lado:
https://www.instagram.com/p/DCmVhk_x4eZ
A disputa pelo comando da instituição levanta questionamentos sobre os mecanismos de sucessão e as possíveis implicações para os fiéis. A igreja, que cresceu significativamente sob o comando de Rina, enfrenta agora o desafio de manter sua unidade e lidar com o impacto dessas controvérsias.

