O ambiente hospitalar é obrigatoriamente um ambiente com muitas regras, justamente porque trata-se de um local com grande concentração de bactérias, vírus, pessoas adoentadas e pessoas saudáveis, etc.
Se o ambiente como um todo é regido por um conjunto de regras restrito, as salas cirúrgicas tendem a ser ainda mais rígidas. Isso porque, como se sabe, um erro pode custar caro e resultar em grandes sequelas ao paciente.
O mesmo vale, ou deveria valer, para alas da maternidade onde mulheres dão a luz. Isso porque trata-se de um momento no qual o bebê deve ser preservado, assim como a mãe, que se encontra em uma situação vulnerável e suscetível a contaminações.
Tendo tudo isso em conta, um vídeo tem causado revolta. No vídeo, uma estudante de medicina aparece em uma sala de parto, acompanhando o nascimento de um bebê. No entanto, a jovem aparece fumando um cigarro eletrônico.
O caso aconteceu no Hospital Maternidade Municipal Leila Diniz e, segundo as informações, a jovem foi repreendida e ainda assim se recusou a deixar o aparelho de lado. Nas imagens, não é possível saber se o cigarro ainda estava aceso ou apagado.
Ainda segundo as informações, após o episódio, que foi flagrado por outros profissionais que estavam no local, a jovem teria sido expulsa do programa de internato na maternidade.
Circula também a informação de que a estudante teria sido afastada da Instituição Privada onde cursa medicina, mas a informação não foi confirmada. Por meio de nota, a direção do hospital lamentou o ocorrido e esclareceu que o uso de todo tipo de cigarro é expressamente proibido.

