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‘Complicado de se trabalhar’, diz colega de policial que planejou ataque em delegacia

Policial tinha perfil calado, segundo colega.

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A polícia continua investigando as motivações por trás do ataque cometido por  Antônio Alves Dourado, policial civil que matou outros quatro servidores na madrugada do último domingo (14/05).

Segundo o próprio autor, o crime teria sido motivado porque ele se sentia perseguido e vítima de assédio moral. Em vídeo, logo após os crimes, o policial chega a citar o nome de seus desafetos.

A polícia agora tenta entender as dinâmicas que levaram ao crime. Um colega, que pediu para não ser identificado, afirmou à imprensa que Antônio era uma pessoa difícil de trabalhar em equipe, embora não tivesse o hábito de discutir com ninguém.

Jamais esperávamos isso. Ele era complicado de se trabalhar, mas não discutia com ninguém. E era muito calado. Ele sempre reclamava de algo, não aceitava bem as determinações, sempre achava que estava sendo preterido”, declarou.

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Segundo as informações sobre o crime, Antônio pretendia provocar um vazamento de gás na delegacia e asfixiar suas vítimas. No entanto, ao ser surpreendido, acabou atirando e abandonando o plano inicial.

Dias antes de cometer o atentado, o policial recebeu uma indicação de atestado de 15 dias, assinado por uma psicóloga. No ano passado, Antônio já tinha passado por avaliação psicológica e sido submetido a tratamento.

Encurralado após o acionamento da Polícia Militar, o agente se entregou. Antônio foi preso em flagrante e permanece detido, onde esta a disposição da Justiça. A polícia ainda investiga o caso.

Sobre o Autor

Roberta R

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