Após a tragédia que abalou João Pessoa neste domingo, o destino da leoa envolvida no ataque foi definido, nesta segunda-feira, dia 1º de dezembro, com mais detalhes sendo divulgado ao público sobre o que teria acontecido.
A equipe do Parque Arruda Câmara (Bica) atualizou o estado de saúde de Leona e garantiu que o animal, que matou o jovem Gerson de Melo Machado, não será sacrificado diante dos acontecimentos que foram registrados.
As fontes da atualização são da bióloga Marília Maia, responsável pelos cuidados do felino. Segundo ela, Leona ainda apresenta sinais de estresse, agitação e ansiedade decorrentes do evento traumático, mas está se recuperando bem.
De acordo com a bióloga, a leoa também já voltou a apresentar comportamentos naturais. Com a notícia do boletim veterinário, a preocupação do público foi sanada.
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A bióloga tranquilizou a todos afirmando que a eutanásia “nunca foi cogitada”. Embora tenha recusado comida inicialmente após o ataque, a leoa voltou a se alimentar algumas horas depois e já realiza sua auto-limpeza e necessidades fisiológicas.
Diante da situação, a administração do parque reforçou como a invasão ocorreu. O jovem de 19 anos, conhecido como “Vaqueirinho”, escalou uma parede de mais de 6 metros, ultrapassou as grades e usou uma árvore para entrar no recinto.
Com isso, o rapaz ignorou todas as barreiras de segurança, e após ter sido identificado, foi divulgado por canais de comunicação que o jovem sofria com vários problemas mentais e que seus surtos incluíam o sonho de domar leões.
No momento, a leoa Leona segue sob observação contínua da equipe veterinária. O parque lamentou profundamente a perda humana, mas reiterou a importância de os visitantes respeitarem as áreas restritas e a distância de segurança dos animais selvagens.

