Na última quinta-feira (5), o Ministério Público da Holanda deu início a uma investigação sobre Theodoor V, um enfermeiro de 30 anos que confessou a colegas ter matado 20 pacientes com coronavírus durante o auge da pandemia.
Theodoor foi preso em sua casa em Veenhuizen há três semanas, após os detalhes de sua confissão serem reportados aos diretores do Hospital Wilhelmina em Assen.
Ele alegou ter ficado perturbado com o sofrimento das vítimas enquanto trabalhava. Theodoor está atualmente em prisão preventiva e deve permanecer detido por mais 30 dias.
Alegações de sites de notícias indicam que o enfermeiro teria praticado procedimentos sem a aprovação médica, abreviando a vida de pacientes em estado terminal que estavam passando por sofrimento.
Os promotores também afirmaram que o profissional agiu precipitadamente no encerramento da vida dos pacientes. Uma investigação interna foi iniciada pelo Hospital Wilhelmina, após a demissão do enfermeiro.
Acusado de matar prematuramente pacientes terminais com COVID-19, ele esta preso. A fonte destacou que as autoridades policiais estão investigando as mortes, ocorridas no período de março de 2020 a maio de 2022.
A conclusão do caso está prevista para o próximo mês de junho. Não foi repassado para a imprensa os nomes dos pacientes em respeito às suas famílias. O caso ganhou uma grande repercussão e tem causado muita indignação.
Há duas semanas, as famílias das vítimas foram notificadas sobre a investigação em curso, enquanto especialistas estão checando se há inconsistências nos registros médicos que possam coincidir com as declarações do suspeito, conforme declarou um porta-voz.

