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Preso, Oruam é informado que deverá desocupar imóvel de luxo

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Rapper encontra-se detido no presídio de Bangu 3.

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Detido desde a última terça-feira (22), o rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, enfrenta agora outra reviravolta: a notificação para desocupação da mansão onde vivia no Joá, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A residência, localizada em um condomínio de alto padrão com vista privilegiada para a Barra da Tijuca, impressiona pela estrutura. São cerca de 3 mil metros quadrados com cinco suítes, sete banheiros, piscina de borda infinita, sauna, área gourmet e jardim suspenso.

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O imóvel ainda conta com salas amplas de jantar, estar e TV, além de um elevador panorâmico que interliga os andares. Um sistema de energia solar fotovoltaica completa a infraestrutura sofisticada da casa.

Segundo a defesa de Oruam, a decisão de desocupar o local foi motivada principalmente pela intensa exposição que a mansão passou a receber. A situação se agravou após operações da Polícia Civil envolvendo o endereço, o que gerou incômodo tanto para o artista quanto para os proprietários do imóvel.

A primeira notificação teria sido enviada em fevereiro, alertando sobre o aumento da visibilidade da casa. Posteriormente, uma nova comunicação foi encaminhada, desta vez com uma proposta formal de acordo para a saída de Oruam.

“A condição se agravou, tornando inviável sua permanência no local”, afirmaram os advogados do artista por meio de nota oficial. A defesa ainda destacou que a desocupação será feita de forma pacífica, com ciência da família e dentro do prazo acordado com os donos do imóvel.

As tratativas, agora, estão sendo conduzidas pelos familiares do cantor, já que ele permanece preso no presídio de Bangu 3. A prisão do artista foi decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro após um episódio ocorrido em frente à mansão.

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Na ocasião, houve confusão durante o cumprimento de um mandado de busca relacionado a um adolescente de 17 anos, suspeito de ser o principal responsável por furtos de veículos no estado.

Enquanto o processo judicial avança, os donos da mansão alegam ainda a existência de uma dívida no valor de R$ 600 mil atribuída a Oruam. A defesa, no entanto, refuta a cobrança e insiste que a motivação para a saída está exclusivamente ligada à alta exposição do imóvel e ao desejo dos proprietários de manter a privacidade da residência.

Sobre o Autor

VANESSA B

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