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Família denuncia negligência: com ferimento em carne viva, mulher teria aguardado 9h por atendimento

Caso aconteceu em UPA de Ceilândia.

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A família de uma mulher de 51 anos denuncia negligência médica na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), em Ceilândia. Segundo a família, Valmira Nascimento Pereira, 51 anos, aguardou 9 horas para ser atendida.

Valmira sofre com um ferimento na perna que não cicatriza e evolui há cerca de um ano. Segundo a família, por conta de diabetes, ela já teve uma perna amputada e por isso não confia em hospitais.

Em razão da desconfiança e medo, a mulher relutou em procurar ajuda médica ao longo de meses, até finalmente ser convencida pela família. No entanto, o atendimento mais uma vez gerou sofrimento.

Segundo a família, Valmira foi levada ao hospital de ambulância e com pulseira da cor laranja na classificação de risco – o que significa urgência. Ainda assim, segundo a filha Rosângela Nascimento, 35 anos, a mãe agonizou por 9 horas.

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Minha mãe estava gritando de dor, só conseguiu a morfina horas depois”, diz a filha. A família descreve ainda que o ferimento tinha um cheiro forte de putrefação, indicando comprometimento da perna.

A filha afirma ainda que apenas quando mostrou fotos e vídeos do ferimento ao médico é que a mãe recebeu indicação de internação. A família revela ainda não ter condições financeiras para custear o tratamento que a mãe precisa.

O  Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal , por sua vez, nega que tenha havido demora no atendimento da paciente. O Iges afirma ainda que a paciente aguarda parecer para cirurgia vascular.

Sobre o Autor

Roberta R

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