Eliza Samudio, assassinada em 2010, teve seu nome envolvido em uma polêmica recente após um documento em seu nome trazer à tona questionamentos de como teria ido parar em Portugal. O passaporte já chegou ao Brasil e está sob posse do Consulado Geral do Brasil em Portugal.
Esta seria uma situação que estaria causando dores de cabeça à Sônia Fátima Moura, mãe de Eliza. Ela chegou a dizer que gostaria de estar com o passaporte da filha, já que chegou a receber anos atrás outros pertences que incluíam até mesmo fotos de Bruninho, seu neto.
“Assim como recebi, anos depois, os pertences da minha filha e umas fotos queimadas do Bruninho ainda bebê, espero receber o documento e guardá-lo comigo”, disse Sônia. O documento chegou ao Brasil e a primeiro momento teria sido comunicada à imprensa, não a matriarca.
Conforme divulgado, o documento foi encontrado no último dia 05 por um homem, que alugou o imóvel em Lisboa, em meio a alguns livros que estavam na estante do local. Rapidamente ele procurou as autoridades do país onde o deixou e foi enviado ao Brasil.
As notícias também trouxeram para a família Samudio uma situação muito delicada com diferentes tipos de questionamentos. Sonia chegou a defender a imagem da filha garantindo que a mesma estava morta e que esta era uma das coisas mais difíceis de lidar.
Ela ainda chegou a defender a memória da modelo diante das diferentes formas em que foi noticiada a situação: “Minha filha tinha uma história, sonhos, um sorriso, e não pode ser reduzida a uma manchete fria”, disse Sonia.
Samudio viveu um relacionamento com Bruno Fernandes, que na época era goleiro do Flamengo, pai de seu filho. Conforme investigado, ele teria sido o mandante de seu assassinato.

