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Bilhetes desesperados: o caso impactante de mãe e filha em cárcere que foram resgatadas após atitude inteligente

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Caso aconteceu em Pinhais região metropolitana de Curitiba

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Em momentos de desespero financeiro, alguns indivíduos se deixam levar por escolhas que ultrapassam todos os limites morais e legais. Por conta do dinheiro, pessoas são capazes de arquitetar situações chocantes, colocando vidas em risco e transformando a própria história em páginas policiais.

Foi o que aconteceu no Paraná, onde uma tentativa de extorsão se transformou em um caso delicado de cárcere privado envolvendo duas mulheres. O episódio aconteceu em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

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Mãe e filha foram mantidas contra a vontade dentro do próprio apartamento por um homem que conheciam. Segundo as investigações da Polícia Civil, Glauber Gandra Severino invadiu o imóvel na quinta, dia 10 de julho, após uma das vítimas sair para comprar medicamentos.

Ele aproveitou o acesso facilitado, já que morou no mesmo prédio anteriormente, para entrar com uma cópia da chave e iniciar o confinamento. Durante dois dias, as vítimas permaneceram amarradas com abraçadeiras plásticas, sendo vigiadas constantemente.

Mesmo assim, conseguiram escrever quatro bilhetes em momentos de descuido do agressor e os jogaram pela sacada na esperança de que alguém notasse. Um desses papéis foi encontrado por um vizinho na entrada do prédio na manhã de sábado, dia 12 de julho, que acionou a síndica e a Polícia Militar.

Me e filha mantidas em crcere no PR jogaram bilhetes pedindo ajuda pela sacada de apartamento Foto Reproduo

O resgate aconteceu poucas horas depois. A PM encontrou as vítimas ainda presas e o suspeito escondido no apartamento vizinho. Glauber foi detido em flagrante com dinheiro em espécie, abraçadeiras, ferramentas e o celular de uma das mulheres.

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Ele confessou à polícia que agiu motivado por dificuldades financeiras e pelo conhecimento de que as vítimas tinham condição econômica mais estável. Cheques de R$ 8 mil e R$ 50 mil foram forçados a serem assinados, mas não estavam com o suspeito no momento da prisão.

Agora, a Polícia Civil investiga o montante total subtraído, enquanto o acusado permanece preso preventivamente. O caso levanta alertas sobre como laços pessoais podem ser deturpados por intenções criminosas impulsionadas pela ganância.

Sobre o Autor

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira