A Polícia Civil do Maranhão continua as buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos. As crianças estão desaparecidas desde o dia 4 deste mês, depois de saírem de casa para brincar.
As investigações acontecem ao mesmo tempo das buscas. Nesta semana, a polícia segue explorando novas hipóteses nas investigações e pescadores locais começaram a ser ouvidos.
Segundo informações do G1, um grupo formado por 8 investigadores e delegados da Polícia Civil do Maranhão participam do inquérito. Na última segunda, integrantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) estiveram em uma vila de pescadores, que fica no povoado São Raimundo.
A vila fica na mesma região onde Anderson Kauã foi encontrado – o menino, de 8 anos, desapareceu junto dos primos, mas foi encontrado sozinho dias depois. A intenção da visita foi de colher depoimentos.
Ainda segundo as informações, até o momento a Polícia Civil não tem indícios de crime no desaparecimento das crianças. Por isso, os pescadores ouvidos prestaram depoimento na condição de testemunhas por estarem acostumados com a região.
Enquanto o setor de inteligência continua investigando o caso, ao mesmo tempo o setor de busca continua atuando na extensa área de mata da região, no rio Mearim local e outras regiões próximas ao quilombo São Sebastião dos Pretos.
Nos últimos dias, as buscas passaram a contar também com o auxílio da Marinha brasileira. No último domingo, 11 militares da Marinha começaram a atuar nas buscas das criança e contam com um equipamento chamado side scan sonar.
O equipamento é capaz de mapear áreas submersas, através do envio de ondas sonoras. Com esse equipamento, a expectativa é que as buscas em áreas alagadas e rios possam ser mais eficazes e rápidas.

