Felipe Prior foi condenado nesta semana a seis anos de reclusão por estupro pela Justiça de São Paulo. Ele tem o direito de recorrer em liberdade e o regime de cumprimento da pena foi inicialmente definido como semiaberto.
A mulher que acusa Prior de estupro concedeu uma entrevista ao programa Fantástico no último domingo (16), na qual detalhou o incidente. Ela conheceu Prior durante a idade escolar e ambos voltaram a conviver quando ingressaram na Universidade Mackenzie, em São Paulo. De acordo com a vítima, entre ela e Prior havia um esquema de caronas que durou seis meses.
Em entrevista ao programa, a mulher afirmou que nunca se sentiu atraída por Prior, que não é o tipo de homem que lhe desperta interesse. Ela relatou ainda que ele tinha um perfil de ofender as pessoas e fazer piadas de mau gosto na faculdade e na escola.
Segundo o relato da vítima, no dia 8 de agosto de 2014, ela foi a uma festa universitária e, no final do evento, ela e uma amiga aceitaram uma carona de Prior.
Ela explicou que já havia pegado carona com ele várias vezes e não considerava um risco. No entanto, após Prior deixar a outra amiga, a mulher afirma que o incidente começou.
O depoimento da vítima é marcado pela dor e indignação. Ela detalha que Prior foi para o banco de trás do carro e a puxou, dando início a algo que a traumatizou.
Segundo ela, a situação se intensificou a partir desse momento. Ela afirma que Prior era significativamente mais forte, tornando difícil a resistência. A visão do sangue foi o elemento que fez Prior parar.

