Os corpos das vítimas do grave acidente ocorrido na BR-116, que deixou pelo menos 41 mortos na madrugada do último sábado (21), chegaram ao Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte na manhã deste domingo (22), por volta das 4h30.
O acidente aconteceu na região de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, e envolveu um ônibus, uma carreta e um carro de passeio, resultando em uma das maiores tragédias rodoviárias recentes no país.
Os trabalhos de identificação das vítimas já estão em andamento e serão realizados por meio de análises de DNA, arcada dentária e impressões digitais.
Os corpos foram inicialmente levados ao Posto Médico-Legal de Teófilo Otoni, mas devido à falta de estrutura adequada no local, foram transferidos em um caminhão frigorífico para a capital mineira ainda no sábado à tarde.
As imagens da chegada do caminhão ao IML geraram comoção devido a gravidade do acidente e o número de vidas perdias as vésperas do Natal. Até o momento, os nomes das vítimas não foram divulgados, e as autoridades seguem investigando as circunstâncias do acidente.
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O trágico episódio ocorreu por volta das 3h30, no distrito de Lajinha, quando os três veículos se envolveram na colisão. Segundo informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma pedra de granito transportada pela carreta teria se soltado e atingido o ônibus, que explodiu logo após o impacto.
Um carro que vinha atrás da carreta não conseguiu frear a tempo e colidiu com a traseira do veículo. Relatos iniciais, porém, indicavam outra versão, sugerindo que o pneu do ônibus teria estourado, provocando a perda de controle do motorista e a colisão.

O ônibus, operado pela empresa Emtram, fazia o trajeto de São Paulo até Elísio Medrado, na Bahia, transportando a maioria das vítimas. As causas do acidente continuam sob investigação pela Polícia Civil de Minas Gerais.
A tragédia ressalta a importância de reforçar as condições de segurança em estradas brasileiras para evitar novos episódios tão devastadores. As causas do acidente seguem sob investigação.

