O temido som do Plantão da Globo ecoou neste sábado e, como de costume, marcou um dos momentos mais importantes do noticiário mundial. A vinheta interrompeu a programação para anunciar um acontecimento que já está entrando para a história.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou uma ofensiva militar contra a Venezuela e afirmou ter capturado o líder Nicolás Maduro. A operação, segundo o próprio Trump, foi “bem-sucedida” e resultou também na detenção da primeira-dama, Cilia Flores.
O anúncio veio logo após uma madrugada marcada por explosões em Caracas e em regiões vizinhas, como Miranda, Aragua e La Guaira. Testemunhas relataram ataques a infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna, sede do Ministério da Defesa venezuelano, e a base aérea de La Carlota.
O governo da Venezuela, que havia declarado estado de emergência e denunciado uma “agressão militar”, ainda não confirmou oficialmente o paradeiro de Maduro.
Trump fez o comunicado em sua rede Truth Social e prometeu mais detalhes em uma entrevista coletiva na Flórida. Veja momento do plantão:
🚨URGENTE: PLANTÃO DA GLOBO ANUNCIA QUE OS ESTADOS UNIDOS CAPTURAM NICOLÁS MADURO, PRESIDENTE DA VENEZUELA. pic.twitter.com/VXeVvrCmrh
— CHOQUEI (@choquei) January 3, 2026
Segundo ele, as forças americanas conduziram uma ação coordenada para “neutralizar ameaças e restaurar a estabilidade na região”. O republicano afirmou ainda que a operação foi planejada há meses, após sucessivas sanções e movimentações militares no Caribe.
Nos bastidores, diplomatas de diversos países se mostram apreensivos com as consequências da captura. Analistas enxergam o episódio como um divisor de águas nas relações internacionais do continente, uma demonstração de força dos Estados Unidos em meio à disputa por influência na América do Sul.
A ofensiva ocorre após anos de tensão entre Washington e Caracas, agravada por acusações de narcotráfico, corrupção e exploração irregular de petróleo.
Agora, com Maduro fora de cena e o mundo em alerta, cresce a expectativa sobre qual será o próximo passo da Casa Branca, e como a América Latina responderá a essa nova realidade política e militar.

