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Vídeo: Pais de aluna que perdeu a vida em ataque a escola em SP falam ao Fantástico e atitude da mãe comove o Brasil

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Os genitores de Giovanna Bezerra revelam como foram os últimos dias da jovem.

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Uma vida foi ceifada de maneira brutal em ataque a uma escola que fica na cidade de São Paulo. Na semana passada, o Brasil testemunhou mais um triste incidente de tiros ocorrido em uma escola.

Desta vez, o incidente aconteceu na Escola Estadual Sapopemba, localizada na Zona Leste de São Paulo. Lamentavelmente, uma estudante perdeu a vida, e outros três ficaram feridos.

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O programa Fantástico, atrativo de cunho jornalístico, que vai ao ar através da TV Globo, entrevistou os pais de Giovanna Bezerra, de 17 anos, que foi vítima fatal do incidente ocorrido dentro da escola.

O agressor era um estudante da mesma instituição, que havia planejado o ataque por meio de uma rede social e, atualmente, encontra-se em um centro de reabilitação para menores infratores.

Mariza Carvalho estava visivelmente desolada ao lado de seu marido que também não conseguia segurar as lágrimas. “Eu não pensei que era com a Giovanna, porque, para mim, ela estava protegida na escola”, desabafou a mãe da estudante.

Na entrevista a mãe da jovem revelou que no último dia 22 de outubro, no domingo, Giovanna se arrumou e foi ao teatro com as amigas e ao retornar para casa contou que gostou muito da peça que tinha como tema a saudade e o afeto.

Algumas horas depois, na manhã da segunda-feira (23), Giovanna foi assassinada e sua mãe recebeu a confirmação da sua morte no hospital.

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Para assistir ao vídeo que comoveu o Brasil CLIQUE AQUI!

“Era como se tivesse arrancado a metade, a maior metade de mim”, disse com a voz embargada Denis Bezerra, pai da jovem. “Eu defino ela como meu amor, a minha vida. Ali estava indo uma parte da minha vida”, afirmou Mariza aos prantos.

Atirador participava de grupos extremistas

O Fantástico teve acesso a mensagens, fotos e transmissões online em uma das redes sociais utilizada pelo adolescente responsável pelo assassinato de Giovanna.

Ele fazia parte de um grupo na internet que promove o neonazismo, encoraja a automutilação e compartilha conteúdo relacionado à pornografia infantil.

Nesse grupo, o agressor discutiu suas intenções homicidas e forneceu detalhes sobre o planejamento do ataque à Escola Estadual Sapopemba. Ele afirmou que suas ações não eram motivadas por bullying.

Os advogados do menor contradizem o que o adolescente afirmou no grupo online e afirmaram que o atirador era vítima de bullying.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.