A cidade de Ribeirão Preto, que fica no interior do estado de São Paulo, amanheceu com a confirmação da morte do menino Guilherme da Silva Maia, de apenas 6 anos, internado desde o dia 1º de janeiro após ser atropelado junto com a mãe em Bonfim Paulista, distrito da cidade.
A informação foi divulgada pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, que lamentou profundamente a perda e manifestou solidariedade aos familiares. A morte do garoto gerou enorme comoção e indignação por causa da dinânmica do acidente.
O atropelamento ocorreu na Rua Professor Felisberto Almada, próximo ao acesso à Rodovia José Fregonezi, e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram um carro saindo da pista e atingindo mãe e filho pelas costas enquanto eles caminhavam pelo acostamento.
O motorista responsável pela colisão fugiu do local sem prestar socorro, mesmo após ter sido alertado por pessoas que estavam em um posto de combustíveis próximo.
Desde então, Guilherme permanecia internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do hospital. Apesar dos esforços da equipe médica, o menino não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada às 0h36 deste domingo, 4 de janeiro.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e posteriormente liberado para os trâmites funerários. A mãe da criança, Eliene de Santana Maia, de 33 anos, segue hospitalizada após sofrer diversas fraturas nas pernas, bacia, braço e rosto.
Seu quadro de saúde requer cuidados contínuos, mas não há, até o momento, novas atualizações sobre sua recuperação. O caso está sendo investigado pelas autoridades locais, que buscam identificar o motorista responsável pela fuga.
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A fuga do condutor reacende discussões sobre segurança viária, responsabilidade no trânsito e as consequências da omissão de socorro, especialmente quando envolvem vítimas em estado grave.
A comunidade se mobiliza em apoio à família, profundamente abalada pela perda. A ocorrência ressalta a importância da prudência e da empatia no trânsito, lembrando que atitudes irresponsáveis podem ter impactos irreversíveis.

