Para muitas pessoas, o ambiente hospitalar é geralmente pouco apreciado e o tipo de lugar que se vai quando não restam outras opções. Esse tipo de aversão a hospitais, e salas de emergência, podem ter raízes variadas.
No entanto, uma coisa que muita gente já viveu ou passou perto de viver é a sensação de que você esta sendo mal-atendido. Não são poucos os relatos, seja mal atendimento do pessoal, ou falta de estrutura, muita gente tem histórias ruins em hospitais.
Ainda assim, quando a situação é realmente de emergência, não existem muitas outras opções a não ser procurar o hospital. E, em alguns desses casos, muitas pessoas acabam passando por uma experiência ainda mais traumática.
Esse é o caso, por exemplo, da comerciante Eliane Novello, 43 anos. Eliane estava com os pais na UPA Coronel Antonino, em Campo Grande, para que o pai passasse por atendimento. A suspeita da família é que ele estava sofrendo um infarto.
No entanto, segundo Eliane, o caso do idoso não foi levado a sério pela equipe do hospital. Em depoimento, ela relata que o pai precisou aguardar e que, no fim das contas, acabou sendo atendimento após desmaiar.
“‘Fizemos a ficha dele e falei da gravidade, aí a moça da recepção me orientou a entrar lá dentro e chamar alguém da enfermagem para fazer a triagem”, relatou. No entanto, mesmo entrando no hospital, a família alega ter tido dificuldade.
Idoso morre em UPA e família denuncia descaso em Campo Grande pic.twitter.com/IThWdEdDdU
— TopMídia News (@topmidianews) June 25, 2023
Para Eliane, não existe dúvida de que houve negligência. Ela alega que o pai recebeu atendimento apenas após desmaiar, porque a equipe médica teria se dado conta da gravidade da situação.
Já o hospital, por meio de nota, contesta a versão da família e alega que não houve omissão no atendimeto.

