No último fim de semana, moradores de Goiás devem ter tido acesso a um vídeo que explodiu nas redes sociais. Agora, o caso tem passado a ganhar ainda mais repercussão em outras regiões do país.
O vídeo em questão foi postado originalmente por um motorista de aplicativo, através do Tik Tok. Como muitos profissionais dessa área, ele mantém uma câmera no painel do carro, o que lhe permitiu flagrar toda a situação.
O motorista, identificado como Luiz Antônio de Oliveira, de 48 anos, publicou o vídeo em seu perfil próprio. A confusão, segundo da para perceber no próprio vídeo, começou por conta de um desentendimento sobre o troco.
A passageira, identificada como Giovana Ogando, aparece no vídeo ao lado de uma outra mulher. Ela conversa com o motorista sobre troco e Luiz explica que não teria troco, sugerindo que ela fizesse o pagamento em PIX.
A mulher, que é empresária e dona de um café conhecido em Goiás, então se recusa a pagar em PIX e sugere que o motorista faça a corrida e bote a cobrança para uma corrida futura – onde ela ficaria em débito com a plataforma.
Luiz, por sua vez, afirma que não trabalha com essa opção e sugere que as mulheres peçam outra corrida. Antes de descer do carro, no entanto, Ogando cospe contra o rosto do motorista, que reage cuspindo de volta.
A cena continua com Luiz saindo do veículo. Segundo ele, a atitude se deu porque Ogando estaria tentando danificar a porta do carro, mas teria sido contida pela mulher que lhe acompanhava. A empresária, por sua vez, afirma que o motorista avançou contra elas.
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Com a repercussão do vídeo, a empresária acabou sendo identificada. Em sua rede social, ela publicou um vídeo onde pedia desculpas, mas também tentava minimizar os fatos. Com a repercussão negativa, Ogando excluiu a publicação.
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A Uber suspendeu a conta do motorista para apuração dos fatos e esclareceu que o meio de pagamento solicitado pela empresária não existe. A nota também destaca que a empresa não apoia discussões entre motoristas e passageiros.
” (…)é importante esclarecer que não existe função de “pagar na próxima”. O app apenas permite que o motorista informe as situações em que o usuário não honrou o pagamento. Isso cria um débito na conta do usuário, mas é uma opção do motorista, não uma escolha que cabe ao usuário“, diz trecho da nota.

