O Brasil tomou sua primeira atitude após ter sido confirmado os ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela. O atual presidente dos EUA, Donald Trump, afirma que retirou Nicolás Maduro e sua esposa do país por via aérea.
Com isso, o Brasil agiu e fechou a fronteira entre os dois países. A Polícia Federal confirmou a interrupção do fluxo migratório e a decisão do lado venezuelano de bloquear o acesso entre os dois países.
Imagens colhidas no local mostram viaturas e militares do Exército Brasileiro posicionados próximos ao marco divisório, onde cones impedem a passagem de veículos e pedestres.
Até o momento, o Exército em Roraima e o Comando Militar da Amazônia não emitiram comunicados oficiais sobre o posicionamento das tropas na região.
O fechamento da fronteira ocorre na sequência de declarações do presidente americano, Donald Trump, que anunciou a realização de uma operação militar de grande escala responsável pela retirada de Nicolás Maduro da Venezuela por via aérea.
Segundo o governo dos Estados Unidos, o líder venezuelano foi capturado juntamente com sua esposa, embora o destino para onde foram levados não tenha sido detalhado.
Em Caracas, moradores relataram uma série de ao menos sete explosões durante a madrugada, além do sobrevoo de aeronaves em baixa altitude. As detonações causaram tremores e interrupções no fornecimento de energia elétrica.
Diante do início dos ataques, o governo venezuelano publicou um comunicado oficial declarando que o país se encontra sob agressão militar e decretou estado de emergência.
O texto convoca forças sociais e políticas para planos de mobilização nacional. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o paradeiro de Nicolás Maduro é desconhecido pelas autoridades locais.
Pacaraima segue sendo monitorada pelas autoridades brasileiras, dado que a cidade representa a principal porta de entrada para migrantes que buscam refúgio da crise social e econômica vivida pela Venezuela.

