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Velório de menina que não resistiu após ser picada por escorpião no DF é marcado por forte comoção

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O velório da menina que não resistiu foi marcado por uma forte comoção e mais detalhes continuam chamando atençaõ.

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O sepultamento de Valentina Nobre Lima, de 11 anos de idade, foi realizado na tarde desta quarta-feira, 8 de julho de 2026, no cemitério Campo da Esperança, localizado na região administrativa de Taguatinga, no Distrito Federal.

A cerimônia de despedida reuniu cerca de 200 pessoas, incluindo familiares, amigos próximos e colegas de escola da menina, que prestaram suas últimas homenagens em um ambiente marcado por forte comoção.

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Durante o ato, os presentes entoaram cânticos religiosos acompanhados por palavras de consolo proferidas por um pastor, encerrando a solenidade com a soltura de balões brancos.

O velório também contou com a presença de diversas equipes da Polícia Militar, corporação na qual o pai da criança atua profissionalmente.

A tragédia teve início no dia 12 de junho, data em que Valentina foi picada por um escorpião. Inicialmente, a família buscou auxílio junto ao Corpo de Bombeiros, mas optou por conduzir a jovem ao Hospital Regional do Guará em razão da proximidade geográfica.

Na unidade pública de saúde, a paciente recebeu a aplicação do soro antiescorpiônico, contudo, o quadro clínico não evoluiu de forma favorável.

Devido à necessidade urgente de suporte em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a menina foi transferida para o Hospital Santa Lúcia, situado na Asa Norte de Brasília, onde permaneceu internada sob monitoramento e correntes de orações até o seu falecimento.

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Em depoimento prestado à imprensa, a tia da vítima, Claudete Cirino de Lima, de 52 anos, expressou o sofrimento da família diante da perda precoce e chamou a atenção para um problema recorrente de saúde pública.

De acordo com o relato, o imóvel de familiares registra uma infestação crônica de escorpiões, com a contagem de mais de 200 espécimes encontrados ao longo do ano.

Claudete ressaltou que o aparecimento desses animais peçonhentos costuma se agravar sensivelmente nos meses finais do ano, impulsionado pela chegada do período de chuvas na capital federal.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.