A captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas provocou uma reviravolta política de proporções globais. Horas após o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, o presidente Donald Trump divulgou nas redes sociais uma foto de Maduro vendado e algemado, confirmando oficialmente a detenção do líder venezuelano.
A imagem viralizou instantaneamente, sendo interpretada como um símbolo do colapso do regime chavista e do início de uma nova era na política da América do Sul. Trump declarou que acompanhou a operação “ao vivo”, em tempo real, a partir da sala de comando em Washington.
Segundo ele, a ação militar, que envolveu explosões em Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira, foi adiada por quatro dias devido a condições climáticas adversas. “Foi como assistir a um programa de televisão”, disse o presidente norte-americano em entrevista à Fox News.
Ele também afirmou que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York a bordo de um navio da Marinha americana que estava posicionado no Caribe. Durante a entrevista, Trump indicou que os EUA terão um papel “fortemente envolvido” no futuro da indústria petroleira venezuelana, embora sem detalhar de que forma.
O republicano também foi questionado sobre quem assumiria o comando do país após a captura de Maduro. “Ainda estou decidindo sobre o futuro da Venezuela”, afirmou, mencionando nomes como María Corina Machado e Delcy Rodríguez como possíveis figuras de transição. Fontes diplomáticas confirmam que Washington está avaliando medidas para estabilizar a região e evitar reações militares internas.
Enquanto isso, vídeos e fotos da operação continuam circulando nas redes, reforçando a percepção de que a América Latina vive um de seus momentos mais decisivos das últimas décadas, e que o destino de Maduro agora está nas mãos dos Estados Unidos.

