Roer as unhas, conhecido como onicofagia, é um hábito comum que muitas pessoas têm. No entanto, essa prática pode acarretar diversos riscos para a saúde. Em primeiro lugar, roer as unhas pode causar danos físicos, como infecções bacterianas e fúngicas nas cutículas e ao redor das unhas.
Essas infecções podem resultar em inchaço, vermelhidão e dor, além de comprometer a aparência estética das mãos. Além disso, o ato de roer as unhas pode levar à formação de feridas abertas e sangramento, aumentando ainda mais o risco de infecções.
Outro risco associado a roer as unhas está relacionado à saúde bucal. Ao levar as mãos sujas à boca, podem ser introduzidas bactérias e germes na cavidade bucal, aumentando a probabilidade de infecções na região.
As infecções bacterianas e fúngicas que podem ser desencadeadas por esse hábito podem evoluir de maneira significativa levando o quadro clínico da pessoa a uma situação crítica.
Foi o que aconteceu com Steven MacDonald, quando tinha 48 anos de idade. Ele precisou ser encaminhado às pressas para um procedimento cirúrgico de emergência após contrair um grave infecção em seu dedão.
Steven tinha o hábito de roer as unhas e acabou contraindo uma grave infecção. À época, uma amiga de Steve chamada Karen Peat usou as redes sociais para conscientizar as pessoas sobre o hábito de roer as unhas.


Ela escreveu: “Uma mensagem aos roedores de unhas: Parem!!!”. Karen ainda ressaltou que Steve ao chegar na emergência foi informado que se demorasse um pouco mais a infecção poderia ter sido fatal, já que estava se espalhando pelo braço.

