Na última segunda-feira (22), uma jovem de 26 anos perdeu a vida de forma inesperada na cidade de Itajaí, que está localizada na região do Litoral Norte do estado de Santa Catarina.
Kelly Larissa Chiele, que morava sozinha na cidade, teria sentido dores no peito e tentado buscar ajuda por conta própria, mas não resistiu antes de conseguir atendimento médico.
O caso, embora ocorrido no dia 22 de dezembro, só ganhou maior repercussão uma semana depois, levando amigos e familiares a expressarem consternação diante da perda repentina.
Segundo informações da Polícia Militar, Kelly passou mal dentro do próprio carro, ainda na garagem do condomínio onde residia. Mesmo debilitada, conseguiu telefonar para a sogra antes de desmaiar.
Os socorristas, chamados em seguida, encontraram a jovem já inconsciente e tentaram manobras de reanimação, mas constataram a parada cardiorrespiratória. A morte foi confirmada no local.
“Quando minha mãe chegou, ela já estava desmaiada, sem vida, no carro com a porta aberta, dedos e boca roxa. Minha mãe desesperada gritou ajuda, chamaram o Samu, mas não foi a tempo suficiente”, contou Pedro Henrique, namorado da jovem.
O velório da jovem aconteceu na quarta-feira (24), em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, cidade natal de seus pais. Kelly havia se mudado para Santa Catarina para construir uma nova fase da vida.
Trabalhava como recepcionista em uma academia e fazia planos para iniciar o curso de Educação Física, demonstrando entusiasmo com o futuro.
Relatos do namorado indicam que ela havia sentido mal-estar nos dias anteriores, com episódios de falta de ar e dores leves, mas os sintomas pareciam ter desaparecido após momentos de repouso. A ausência de um histórico médico relevante tornou o episódio ainda mais surpreendente para os que a conheciam.
Descrita como uma mulher sorridente, animada e cheia de vida, Kelly era lembrada por sua paixão pela dança, pelos treinos e pelo carinho dedicado à sua cachorra de estimação, uma golden retriever chamada Cacau.
Sua morte levanta questões sobre a importância de atenção aos sinais do corpo, mesmo os que aparentam ser passageiros, reforçando a necessidade de procurar avaliação médica diante de qualquer sintoma persistente ou incomum.

