Todos os dias, milhares de crianças e adolescentes atravessam rodovias estaduais para chegar às escolas, enfrentando o fluxo intenso de veículos e a falta de infraestrutura adequada para pedestres. Essa rotina, marcada pelo risco constante, pode ter consequências irreparáveis.
Foi o que aconteceu nesta segunda, dia 29 de setembro, em Treviso, no Sul de Santa Catarina, quando um estudante de apenas 13 anos morreu após ser atropelado na SC-446.
O adolescente, descrito por familiares e amigos como um menino cheio de vida, seguia para suas atividades escolares quando foi atingido por um veículo em alta velocidade. Testemunhas informaram que o motorista, em vez de prestar socorro, fugiu do local a pé após o acidente, deixando o carro para trás.
A atitude aumentou a indignação da comunidade, que agora clama por justiça e por medidas de segurança mais eficazes na rodovia. Segundo informações da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), a área onde ocorreu o acidente não possui sinalização adequada para travessia de pedestres, o que aumenta o risco de atropelamentos.
Moradores afirmam que situações de perigo já haviam sido relatadas anteriormente, mas que faltam ações concretas para prevenir novos episódios. Amigos e professores ressaltaram a personalidade alegre e dedicada do jovem, lembrando-o como alguém querido por todos e cheio de planos para o futuro.
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A perda repentina causou grande comoção na cidade, onde vizinhos e colegas de escola se reuniram para prestar homenagens e apoiar a família. Enquanto a investigação busca identificar o motorista e esclarecer as circunstâncias do acidente, o episódio reforça um alerta já conhecido.
A vulnerabilidade de estudantes que precisam dividir espaço com o tráfego pesado em rodovias. Especialistas em mobilidade defendem a instalação de passarelas, redutores de velocidade e sinalizações mais visíveis em trechos próximos a escolas e áreas residenciais.
A morte deste jovem evidencia a urgência de repensar a segurança nas estradas e garantir que trajetos escolares não se transformem em situações de alto risco. Cada vida perdida reforça a necessidade de ações rápidas e eficazes para proteger aqueles que ainda estão no início de seus sonhos.

