Priscila Ferreira Leonardi, de 40 anos, foi encontrada morta no dia 6 de julho, na região de Alegrete, no Rio Grande do Sul. Ela havia vindo à seu estado natal após temporada morando em Dublin.
O seu corpo foi visto por um pescador, boiando no rio Ibirapuitã, estando preso a galhos junto à margem. Além disso, o corpo apresentava sinais de espancamento e estrangulamento, o que teria tirado a vida da enfermeira.
Paloma Scalco, também enfermeira, tinha uma amizade de anos com Priscila e definiu a amiga como meiga e trabalhadora. A vítima do cruel homicídio tinha se formado na região de Santa Maria, onde começou sua carreira.
Ao trabalhar em uma unidade de saúde, ela conheceu Paloma e as duas chegaram a morar juntas por algum tempo. Priscila tentou o sonho de morar na Europa e se mudou para a Irlanda.
Morando no país já há algum tempo, Priscila conseguiu transferir sua certificação para a Europa e trabalhava como enfermeira em uma casa de repouso há cerca de 2 anos.
Priscila era solteira e não tinha filhos. Ela tinha retornado ao Brasil para passar férias com sua família, mas acabou sendo morta. Priscila foi vista pela última vez com vida ao entrar em um carro, que seria de aplicativo.
“Nunca teve problema com ninguém, apesar de ter essas dificuldades de não ter mais o pai e a mãe. Eram poucos familiares vivos e pouco contato”, relatou Paloma, sobre a família de sua amiga.
Neste momento, as autoridades continuam a trabalhar com todas as possíveis linhas de investigação, seja de um possível feminicídio ou de uma morte causada por desavenças na herança que Priscila iria receber.

