Na madrugada desta sexta-feira (17), um ato brutal chocou os moradores do bairro Recreio dos Bandeirantes, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro.
Sob a acusação de ter matado a esposa de 37 anos e sua filha de 11 a tiros, um homem de 49 anos foi preso. Além disso, ele também foi responsável pelo assassinato por asfixia do outro filho do casal, um bebê de 11 meses, que foi encontrado morto em seu berço e deixado ali como se estivesse dormindo.
A medida que as investigações avançam, a polícia fica cada vez mais chocada com a frieza do homem acusado de ser o autor das mortes dos filhos e da esposa, cujo assassinato ocorreu na madrugada de quarta-feira (15), ou manhã de quinta-feira (16).
Ele foi detido na manhã de sexta-feira (17), quando voltava para casa tranquilamente.
Com o uso da substância melatonina, Alexander da Silva, de 49 anos, teria dopado a esposa Andréa Cabral Pinheiro, de 37 anos, a filha Maria Eduarda Fernandes Affonso da Silva, de 11 anos, e Matheus Alexander Cabral Pinheiro da Silva, o filho bebê de apenas 11 meses, para em seguida executá-los.
Enquanto as duas vítimas mais velhas foram mortas a tiros, a criança pequena foi asfixiada no próprio berço e deixada lá, assim como a esposa e a outra filha, que foram encontradas deitadas em suas camas, indicando que o assassino queria simular uma noite tranquila de sono.
Após cometer os assassinatos, Alexander afirmou para a polícia que na manhã de quinta-feira, deu voltas pela cidade e teria ido para o outro lado da capital carioca, nas redondezas da Baía da Guanabara.
Alexander também afirmou que durante a tarde se divertiu em alguns “blocos de carnaval”, que desfilavam no centro do Rio de Janeiro. Quando questionado qual o motivo ele foi ‘pular carnaval’, o homem afirmou como total frieza que precisava se divertir.
Mesmo com todas as evidências de que Alexander cometeu os assassinatos, ele nega veementemente.

