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Quem era o psicólogo que perdeu vida em ataque cruel promovido por paciente que ele acompanhou desde a adolescência no ES

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O caso chocou a comunidade de Guarapari (ES).

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Um crime chocante abalou a população da cidade de Guarapari, loclaizada na Região Metropolitana de Vitória, capital do estado do Espírito Santo, com a descoberta do corpo de um psicólogo em avançado estado de decomposição.

A vítima, identificada como Silvestre Falcão Santana, foi assassinada por um paciente de longa data, conforme informações da Polícia Civil. O suspeito, um homem de 21 anos, foi preso enquanto dirigia o carro do psicólogo e estava acompanhado da namorada e de membros da família dela.

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O crime também envolveu roubo de cartões de crédito, dinheiro e outros pertences da vítima. De acordo com a delegada Rosane Cysneiros, responsável pelas investigações sobre o crime, o relacionamento entre o psicólogo e o autor do crime começou na infância do suspeito.

Silvestre mantinha uma comunidade terapêutica em Serra, onde a família do jovem também reside. A delegada destacou que a vítima confiava plenamente no suspeito, o que torna o crime ainda mais trágico. Segundo as investigações, o psicólogo foi fisicamente agredido antes de ser esfaqueado, o que culminou em sua morte.

“Ele foi bastante detalhista, frio, não demonstrou nenhum tipo de arrependimento e não demonstrou nenhum sentimento de valor a todo o auxílio que a vítima prestou no decorrer da vida dele, porque ele conhecia a vítima há muitos anos, desde a sua adolescência”, ressaltou Rosane Cysneiros.

O suspeito, que tem um histórico de problemas com drogas e passagens por instituições de tratamento, havia sido libertado da prisão em agosto deste ano. Ele havia procurado o psicólogo em busca de apoio para reconstruir sua vida. Silvestre chegou a pagar o primeiro aluguel do jovem, que estava trabalhando em uma lanchonete. Contudo, o pedido de ajuda se transformou em traição, resultando no assassinato brutal.

Silvestre Falcão Santana foi sepultado na tarde de 14 de outubro, em Itapemirim. O caso evidencia o risco de violência em relacionamentos de confiança, especialmente em situações envolvendo transtornos psicológicos e dependência química, além de destacar a importância de acompanhamento especializado para evitar desfechos trágicos como este.

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Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.