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Quem era o empresário que perdeu a vida após bater com sua Mercedes a 180km/h

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A seguradora se negou a pagar o valor devido pelo acidente.

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A 1ª câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina emitiu uma decisão unânime que isenta a seguradora Sompo de responsabilidade de pagar o seguro relacionado ao falecimento de um empresário em um acidente envolvendo o Mercedes-Benz AMG GT C.

O acidente aconteceu em 2020, na BR-101 em Biguaçu, região metropolitana de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina. O empresário identificado como Roberto Angeloni, nasceu em Criciúma (SC), em uma família muito tradicional na região.

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Roberto era filho de Antenor Angeloni, empresário que fundou a rede de supermercados Angeloni e que foi presidente do Criciúma Esporte Clube. Roberto Angeloni, morreu aos 51 anos.

O empresário era o gerente de operações da rede de supermercado e de outros empreendimentos da família, como por exemplo, postos de combustíveis, drogarias e centros de distribuição de mercadorias.

Na manhã de domingo, 28 de junho de 2020, Roberto partiu de Criciúma com destino a cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná, onde o empresário residia, contudo, o terrível acidente o impediu de chegar ao seu destino.

Naquela trecho da rodovia, o limite de velocidade estabelecido era de 80 km/h. De acordo com a análise forense, o impacto ocorreu a uma velocidade superior a 180 km/h, no entanto, antes do acidente, estima-se que o empresário estivesse dirigindo a pelo menos 221 km/h.

O empresário colidiu em um veículo Ford Ranger com dois ocupantes. O motorista escapou ileso, porém, a passageira sofreu apenas ferimentos leves.

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Roberto Angeloni - Divulgao - Divulgao

Uma testemunha ocular do incidente relatou que observou todas as quatro rodas do Mercedes-Benz se desprendendo do solo, fazendo com que o veículo literalmente levantasse voo.

“O sinistro ocorreu em plena luz do dia, com céu limpo, pista seca e visibilidade ampla, sem cerrações, fumaça ou outras condições desfavoráveis. O pavimento asfáltico, embora antigo, não apresenta deteriorações, apenas um defeito de geometria chamado ‘salto de deflexão'(…)”, diz a decisão da justiça que negou o pagamento da indenização do seguro da vítima.

 

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.