Após a fuga do brasileiro Danilo Cavalcante, sentenciado à prisão perpétua nos Estados Unidos pelo homicídio de sua ex-companheira, uma ampla mobilização que incluiu centenas de agentes policiais, helicópteros e drones foi iniciada.
Apenas uma semana antes, o brasileiro Danilo Cavalcante, de 34 anos, havia sido sentenciado pelo brutal assassinato da maranhense Débora Evangelista Brandão, perpetrado com 38 golpes de faca.
O terrível crime ocorreu em abril de 2021 na cidade de Phoenixville. A vítima, com 34 anos à época, foi morta na presença de seus dois filhos pequenos, de quatro e sete anos.
O nome do brasileiro é mencionado como “Danelo” nos comunicados e publicações nas redes sociais das autoridades policiais americanas.
Conforme informações divulgadas pela polícia dos Estados Unidos, Cavalcante também está sendo procurado por um caso de homicídio no Brasil. De acordo com reportagem do jornal O Globo, o indivíduo está implicado em um assassinato ocorrido em 2017 no Tocantins.
Ele está sendo processado no caso do homicídio em que Valter Júnior Moreira dos Reis foi vítima de disparos de arma de fogo em uma praça na cidade de Figueirópolis, localizada no interior tocantinense.
Durante uma conferência de imprensa realizada nesta última quinta-feira (7), o diretor interino da penitenciária, Howard Holland, absteve-se de fornecer pormenores sobre os acontecimentos que culminaram na fuga, limitando-se a afirmar que uma investigação está em andamento. O vídeo do momento da fuga do brasileiro viralizou:
O indivíduo brasileiro foi avistado pela última vez percorrendo uma estrada próxima ao município de Pocopson, cerca de uma hora após evadir-se do cárcere. Moradores num raio de 9 quilômetros ao redor da prisão foram notificados sobre o ocorrido e alertados a tomar precauções extremas.
Diversas agências de segurança estão atualmente empenhadas na operação de busca, empregando recursos como cães, drones e helicópteros para auxiliar na localização do fugitivo.
“Se você o avistar, não se aproxime dele”, disse a procuradora do Condado de Chester, Deb Ryan. “Pedimos que entre imediatamente em contato com o ‘911’ [número da polícia]. Ele é considerado extremamente perigoso.”

