O educador, Cauê Pozenatto, de 35 anos, chegou a ser encontrado sem vida na região da Praia Azul, em Americana, no interior de São Paulo, nesta última quarta-feira, dia 2 de agosto.
O delegado responsável pelo caso, Lúcio Antonio Petrocelli, contou que trabalhadores teriam visto fumaça em uma área rural, e ao se aproximarem, se depararam com o corpo do professor.
Com isso, eles acionaram as autoridades. Após um trabalho de investigação, a polícia chegou a identidade de um suspeito de envolvimento no crime.
O homem foi identificado como um tatuador com quem Cauê supostamente tinha uma dívida. Pozenatto era professor na Escola Municipal Ramona Canhete Pinho, além de ser coordenador em outra instituição de ensino.
De acordo com o delegado, o suspeito mora na mesma cidade que o professor trabalhava. O tatuador comentou informalmente para as autoridades que teria feito uma tatuagem em Pozenatto e que teria uma dívida antiga com o suspeito.
Por enquanto, não se tem grandes informações se a dívida seria a causa da morte do professor ou se o pagamento teria alguma relação com a suposta tatuagem que foi feita.
Após o carro da vítima ter sido localizado nesta última sexta-feira, dia 4 de agosto, a Polícia localizou o tatuador e sua companheira, de 30 anos, apontados como os principais responsáveis por terem causado a morte do professor, além de terem ocultado o seu cadáver.
O caso continua a ser investigado pelas autoridades e mais detalhes devem ser divulgados em breve.

