A descoberta chocante do corpo sem vida de Dalliene de Cássia Brito Pereira, uma ex-modelo de 21 anos, em seu apartamento na zona sul de São Paulo, continua envolta em mistério.
Quando encontrada, ela estava despida, e um travesseiro cobria seu rosto. As autoridades estão investigando várias possibilidades, incluindo homicídio, overdose e complicações pós-operatórias.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está aguardando os resultados dos laudos periciais, que incluem análises toxicológicas e sexológicas, para obter novas informações sobre o caso.
Esses exames, juntamente com a análise de eventuais impressões digitais encontradas no local, podem levar até 30 dias para serem concluídos. Ivalda Aleixo, diretora do DHPP, está pessoalmente acompanhando o caso.
Embora não haja registros em câmeras de segurança de suspeitos acessando o local onde foi encontrada Dalliene, nem utilizando o elevador do prédio onde ela residia, o caso foi classificado como homicídio qualificado por asfixia.
Durante a busca no quarto de Dalliene, foram encontrados vestígios de cocaína e uma nota de dinheiro enrolada, sugerindo o possível uso da droga. Além disso, a polícia localizou e apreendeu maconha e anfetaminas na residência
Brunna Ysabelle Gondim Faria, amiga de infância de Dalliene e sua colega de apartamento, prestou um depoimento onde afirma que ambas faziam uso ocasional de drogas.
Testemunhas, incluindo vizinhos e Brunna, relataram ter ouvido ruidos que teoricamente vinham da cama de Dalliene antes de sua morte. Um morador do 8º andar registrou em seu celular pedidos de socorro feitos pela jovem.

