As investigações sobre o atentado contra um colégio estadual de Cambé, Paraná, continuam. O atentado aconteceu na última semana e deixou dois mortos, chocando não apenas a comunidade local, como todo o país.
O autor dos disparos chegou a ser preso, mas conseguiu tirar a própria vida quando estava sob custódia das autoridades. Segundo as informações da polícia, o plano do atirador era cometer suicídio ainda na escola.
Após ser preso, ele prestou depoimento e deu alguns detalhes às autoridades. No entanto, outros métodos da investigação também tem dado resultados. As movimentações virtuais do suspeito estão sendo investigadas também.
Até esse momento, três suspeitos já foram presos. O quarto homem a ser preso tem 35 anos, segundo as informações, e foi detido em Rolândia, no estado do Paraná. O homem teria participado da organização do crime.
Por enquanto, três homens seguem detidos. O segundo suspeito, um homem de 21 anos, foi preso ainda na segunda-feira (19/06). Depois dele, um outro jovem, de apenas 18 anos, também foi preso. Agora, o homem de 35 anos também foi preso.
A polícia não tem divulgado informações sobre a identidade de nenhum dos suspeitos. A informação disponibilizada até o momento é a de que os suspeitos vinham se correspondendo pela internet, já que não são da mesma cidade.
Já há algum tempo, a discussão sobre crimes e o espaço virtual tem ganhado espaço na sociedade civil. Muitas plataformas, as conhecidas redes sociais, não se comprometem com a manutenção de “ambientes saudáveis” ou cooperação com a Justiça em investigações.
Esses lugares acabam se tornando espaços procurados por criminosos, que confiam que não serão pegos.

