O pai da menina de apenas 7 anos, que veio a óbito em decorrência a um ataque de arma de fogo entre gangues rivais, no último domingo (25), na cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, afirmou desconhecer as pessoas que estiveram envolvidas no incidente. Ele supõe que estava com sua filha, identificada como Nicole Kimberly, na hora e local inoportunos.
O progenitor, que optou por preservar sua identidade, relata que a situação teve início quando um condutor começou a realizar manobras arriscadas na via.
O pai e sua filha haviam saído de casa com destino a um bairro adjacente. Ambos estavam em um ponto de ônibus quando foram alvejados pelo disparo.
O homem contou que assim que percebeu uma movimentação estranha no local ele abraçou Nicole Kimberly e a partir daí ele ouviu um disparo.
“Eu escutei um tiro só, pegou eu e minha filha. Atravessou minha mão, ela e foi parar na minha coxa”, revelou o pai.
Ambos receberam auxílio de um residente local e foram conduzidos à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O pai sofreu ferimentos na perna e na mão devido aos disparos. Infelizmente, a criança não conseguiu sobreviver aos ferimentos.
“A minha ficha ainda não caiu. Pra mim, ela ainda ta no hospital”, disse o pai de Nicole Kimberly completamente desolado.
A polícia acredita que se trata de uma disputa de gangues que agem na Região do Barreiro que provocou esta tragédia. O caso segue sob investigação.

