Erika Schneider, de 32 anos, é bastante conhecida por atuar como modelo. Por muito tempo, ela foi bailarina no programa do Faustão e se destacou por sua performance.
E de forma recente, a famosa poderá ser vista sambando no Anhembi e no Sapucaí. E apesar de estar sempre com um sorriso no rosto, a modelo enfrenta momentos complicados em sua vida.
A dançarina estará no Carnaval representando a Águia de Ouro, em São Paulo, e a Mocidade de Padre Miguel, no Rio de Janeiro. Veja a seguir o que ela falou.
Erika não é muito de falar de sua intimidade. Porém, ela é filha de paraibana com um médico alemão.
Antes de se casar, sua mãe, Carmelita, era empregada doméstica e acabou se apaixonando pelo filho de um dos patrões, Bertan. O relacionamento dos dois não era bem aceito pela família.
A mãe de Erika e o seu se casaram, mas enfrentaram muitas dificuldades no relacionamento. Com o tempo, o pai recebeu o diagnóstico de esquizofrenia.
“Ele costumava gritar e quebrar coisas, era assustador, uma parada bem maluca”, contou ela, sobre o que vivenciou.
Por conta de toda a situação que a família enfrentava, Erika começou a trabalhar bem cedo.
E aos 15 anos, com a ajuda de seu tio paterno, que é padre, conseguiu realizar um de seus sonhos que era morar na Europa.
Porém, ela viveu momentos sombrios no local, tendo depressão.
“Meu tio sempre me ajudou, devido aos problemas do meu pai. Ele me ajudou a tirar a cidadania e eu fiquei morando lá com minha avó. Mas, quando minha avó morreu, foi um período muito difícil para mim. Nessa época eu tive depressão e, Nossa Senhora, cheguei a pensar em [suicídio]”, contou ela, sobre o que enfrentou.
Após ter sido convencida a voltar para o Brasil, Erika conseguiu se reerguer, se formando em gestão empresarial e recursos humanos. Paralelamente, ela se dedicou a dança e surgiu a oportunidade de se tornar uma Bailarina no programa do Faustão.
Desta forma, ela se tornou bastante conhecida em nosso país por conta de seu trabalho.

