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‘Nem parto chega perto da dor’, afirma mulher que sofreu uma queda e caiu sobre planta venenosa

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Nove meses após o incidente, mulher ainda sente dor.

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Esta mulher está vivendo os piores meses de sua vida desde que caiu sobre uma planta venenosa conhecida como ‘planta suicida’.

O caso aconteceu na Austrália em junho de 2022, a mulher identificada como Naomi Lewis, estava em uma de bicicleta, quando ao descer, sofreu um acidente terrível.

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Ela perdeu o controle ao descer da bicicleta e acabou escorregando por um barranco, caindo em cima de uma árvore coberta de espinhos.

A experiência foi tão dolorosa que, nove meses depois, a mulher de 42 anos ainda sofre as consequências desse incidente.

Em uma entrevista recente para a imprensa local, ela descreveu a dor como “a pior de todas”, e afirmou que ainda sente os efeitos do trauma em seu corpo.

Lewis relatou que a sensação em suas pernas era comparável a um fogo ardente, provocando uma dor insuportável.

Ela entrou em contato com uma planta venenosa conhecida como “planta suicida” ou “Gympie-Gympie”, que produz uma toxina semelhante à de uma picada de aranha. A dor intensa foi tão além de sua capacidade de suportar que ela acabou vomitando.

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Como mãe de quatro filhos, Lewis afirmou que, embora tenha passado por três cesarianas e um parto natural, a dor que experimentou com a planta venenosa era “incomparável”.

Em busca de ajuda após o acidente, Lewis foi acompanhada pelo seu marido até uma farmácia nas proximidades. Lá, eles compraram cera para remover os pelos finos que estavam grudados na pele e caules da árvore, parecidos com pequenas agulhas hipodérmicas, que injetavam veneno.

Após o acidente, Lewis foi levada às pressas para o pronto-socorro. Lá, os médicos disseram que havia pouco a ser feito para aliviar suas dores excruciantes. Eles forneceram cobertores quentes para suas pernas, a fim de que pudesse sentir um pouco de conforto.

Em seguida, a mulher foi transferida para um hospital particular da região, onde permaneceu internada por sete dias, recebendo tratamento com analgésicos. Mesmo após ter sido liberada, Lewis relata que passou muito tempo usando compressas térmicas nas pernas e só conseguiu parar com a medicação em dezembro, pouco antes do Natal.

No entanto, até hoje, ela ainda sente alguma dor em partes das pernas quando a pele é exposta a condições como o ar-condicionado.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.