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Na Bahia, DJ conhecido por tocar em eventos de luxo é suspeito de tirar a vida de ex

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O crime aconteceu na região sul do estado da Bahia.

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Em regiões turísticas do litoral brasileiro, profissionais ligados ao entretenimento costumam ganhar destaque ao participar de eventos sofisticados e celebrações que movimentam a economia local.

Casamentos, festas privadas e formaturas fazem parte de um circuito frequente, onde nomes conhecidos acabam construindo reputação e presença constante nas redes sociais. No entanto, por trás dessa visibilidade, histórias pessoais podem tomar rumos inesperados, chamando a atenção das autoridades e da opinião pública.

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Um desses casos envolve o DJ Daniel Carlos Sobreira de Sousa, conhecido artisticamente como DJ Danka, que atuava no sul e extremo sul da Bahia e acumulava milhares de seguidores nas redes.

Ele passou a ser investigado após a morte da ex-namorada, a promotora de eventos Juliana Guaraldi, encontrada sem vida no imóvel onde residia, no distrito de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro. A mulher estava sem dar notícias havia alguns dias, o que despertou preocupação entre familiares e amigos.

Pouco antes de ser localizado pelas autoridades, o DJ utilizou suas redes sociais para afirmar que não tinha envolvimento no caso e que havia tomado conhecimento da morte da ex-companheira por meio da internet.

O relacionamento entre os dois havia terminado semanas antes. A Polícia Civil informou ainda que havia um mandado de prisão contra ele no âmbito das investigações. Dias depois, o corpo de Daniel foi encontrado em Goiânia, onde equipes policiais buscavam cumprir a ordem judicial.

As circunstâncias indicam que ele teria tirado a própria vida, embora os detalhes ainda estejam sendo apurados. A polícia também confirmou que o homem possuía um histórico anterior de condenação por violência doméstica em outro estado, sem divulgar mais informações sobre o episódio.

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Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!

Juliana, que trabalhava na organização de eventos na região, foi sepultada em Arraial d’Ajuda, gerando comoção entre pessoas próximas e colegas de profissão. Não há informações sobre os velórios e sepultamentos de ambos.

O caso segue em investigação e levanta discussões sobre relacionamentos marcados por conflitos, além da importância de mecanismos de proteção e acompanhamento em situações que envolvem histórico de agressões.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.