A Síndrome do Anticorpo Anti-Fosfolípide (SAF), popularmente conhecida como síndrome do “sangue grosso”, é uma condição autoimune complexa que afeta o sistema de coagulação sanguínea.
Nesta síndrome, o organismo produz anticorpos que atacam os fosfolípides, substâncias presentes nas membranas celulares e envolvidas na regulação da coagulação.
Como resultado, os pacientes com SAF podem ser mais propensos a desenvolver coágulos sanguíneos, o que pode levar a complicações graves, como tromboses venosas ou arteriais, abortos recorrentes e problemas neurológicos.
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para gerenciar os riscos associados à SAF e garantir uma qualidade de vida adequada para os pacientes afetados por essa condição.
Uma jovem estudante de medicina, Bárbara Maia, de 27 anos foi diagnosticada com esta síndrome após dar entrada em um hospital em Belo Horizonte com alguns sintomas como a falta de ar e crise de asma.
Após sua internação as coisas se complicaram e ela precisou ficar internada por 36 dias, foi entubada e ficou em coma por um bom tempo. Infelizmente, seu braço precisou ser amputado.
A síndrome com a qual Bárbara foi diagnosticada afetou o seu pulmão, o braço direito e também a cabeça. Diversas complicações aconteceram levando a jovem a ter tromboembolismo pulmonar, pneumonia, dois AVCs, falência renal, hemorragia intestinal e anemia severa.
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A jovem estava no período do internato na faculdade de medicina. Seu sonho é ser cirurgiã e a amputação do braço não a fez desistir de seu sonho. Ela pretende colocar uma prótese e para isso lançou uma campanha de arrecadação na internet. O valor completo para a prótese incluindo a fisioterapia e a adaptação é de R$480.000,00.

