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Mulher atacada por namorado em elevador mostra como esta o rosto após dias de recuperação

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O caso viralizou e repercutiu em todo o país.

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A jovem Juliana Garcia dos Santos Soares voltou a se pronunciar publicamente nesta terça-feira, 2 de setembro, para compartilhar o progresso de sua recuperação, após um caso que ganhou grande repercussão nacional.

Vítima de uma agressão dentro do elevador de seu condomínio em Natal, no Rio Grande do Norte, ela precisou passar por uma cirurgia de reconstrução facial e, pouco mais de um mês depois do procedimento, já apresenta sinais de melhora que emocionaram seus seguidores.

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Em um vídeo publicado nas redes sociais, Juliana mostrou o rosto com menos marcas, sem pontos e com a coloração da pele mais próxima do normal. A jovem destacou sua gratidão aos profissionais de saúde que a atenderam, valorizando o cuidado recebido durante o processo.

Segundo ela, o tratamento completo ainda levará meses até que a cicatrização esteja consolidada, mas a possibilidade de retomar sua identidade visual já representa um passo importante em sua jornada.

O episódio que a levou a essa condição ocorreu no dia 27 de julho, quando foi agredida com dezenas de socos pelo então namorado, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral.

O caso se tornou público após as imagens das câmeras de segurança do prédio circularem nas redes sociais, causando revolta generalizada e mobilizando campanhas virtuais em apoio à vítima.

Desde então, milhares de internautas têm enviado mensagens de solidariedade, destacando a força de Juliana ao enfrentar um processo doloroso de recuperação física e emocional.

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Muitos usuários comentaram que a superação dela é um exemplo de resiliência e uma inspiração para outras mulheres em situações de vulnerabilidade.

“Jesus, que Deus cuide dessa mulher e ela volte ao normal, pois por dentro será difícil de apagar isso tudo”, escreveu um internauta. “Graças a Deus que ela não perdeu a visão, que Deus restaure o rosto e a alma dela, para seguir em frente e ele que aguarde a lei do retorno que não tarde e nem falha”, postou outra pessoa ao ver a jovem.

https://www.instagram.com/p/DOEPL-REbNt

O caso de Juliana não apenas expõe as marcas individuais deixadas por um ato de agressão, mas também abre espaço para reflexões mais amplas sobre a importância da prevenção, do acolhimento e do fortalecimento de políticas públicas de proteção.

Sua recuperação, acompanhada de perto pelo público, tornou-se um símbolo de resistência e esperança em meio à luta por justiça e dignidade. O agressor segue preso.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.