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Mídia do Irã afirma que ataques promovidos pelos EUA e Israel já deixaram centenas de mortos

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Teerã e diversas outras cidades iranianas estão sob ataque.

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O Oriente Médio voltou a ocupar o centro das atenções internacionais após uma escalada militar que reacendeu temores de um confronto de maiores proporções. Em uma região responsável por cerca de um terço do petróleo comercializado no mundo, qualquer movimento bélico costuma provocar impactos imediatos na economia global e na estabilidade política.

Neste sábado (28), novos episódios intensificaram esse cenário de incerteza, ampliando o clima de tensão entre potências que acumulam décadas de rivalidade. Infelizmente em qualquer tipo de conflito a população local é a mais atingida.

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Segundo a imprensa iraniana, com base em dados da rede humanitária Crescente Vermelho, um ataque coordenado por Estados Unidos e Israel deixou 201 mortos e 747 feridos em diferentes cidades do Irã, incluindo a capital, Teerã.

Explosões também foram registradas em Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. Autoridades israelenses afirmaram que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o presidente Masoud Pezeshkian estavam entre os alvos, embora não haja confirmação oficial sobre os resultados dessas investidas.

Fontes internacionais relataram ainda a morte de integrantes da cúpula militar iraniana. Em resposta, o governo iraniano lançou mísseis e drones contra Israel e contra bases americanas na região.

Sirenes de alerta foram acionadas em território israelense, enquanto países do Golfo registraram explosões e ativaram sistemas de defesa. De acordo com Washington, não houve militares americanos feridos e os danos foram classificados como limitados.

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O Estreito de Ormuz foi temporariamente fechado por razões de segurança, elevando preocupações sobre o fornecimento global de energia. A ofensiva ocorre em meio a negociações recentes sobre o programa nuclear iraniano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a ação busca impedir o avanço nuclear de Teerã e garantir segurança aos aliados. Já o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação pretende neutralizar riscos considerados existenciais.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou o episódio como agressão militar e prometeu reação firme. Com histórico de atritos desde a Revolução Islâmica de 1979, as relações entre Irã e Estados Unidos seguem marcadas por sanções, disputas diplomáticas e confrontos indiretos.

Analistas avaliam que o desdobramento dos próximos dias será decisivo para medir o alcance da crise e suas consequências para a segurança internacional e o equilíbrio econômico global.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.