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Médico diz que Bolsonaro deve ficar ao menos 7 dias no hospital e que precisa de cuidados especiais

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O médico contou que Bolsonaro deverá ficar ao menos sete dias no hospital e que quadro de saúde geral inspira cuidados.

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A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, nesta sexta-feira, 13 de março de 2026, marca um momento de grave preocupação para sua saúde e forte repercussão política.

Após ser transferido às pressas da “Papudinha” devido a um mal-estar agudo durante a madrugada, que incluiu febre alta, calafrios e uma queda perigosa na saturação de oxigênio, Bolsonaro foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral.

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O cardiologista Brasil Caiado explicou que este quadro atual é significativamente mais severo do que episódios respiratórios anteriores enfrentados pelo ex-mandatário, apresentando uma infecção que atinge os dois pulmões.

O protocolo médico estabelecido pela equipe, liderada por Caiado e pelo médico Leandro Echenique, prevê o uso de antibióticos potentes administrados por via intravenosa, o que exige um período mínimo de sete dias de internação hospitalar.

Este quadro, esta pneumonia, é maior, mais acentuada em relação às outras todas que ele já teve. Isso requer um cuidado especial agora”, declarou o médico.

Esse tempo, no entanto, é apenas uma estimativa técnica baseada na gravidade de pneumonias bilaterais; a alta definitiva dependerá exclusivamente da resposta do organismo do ex-presidente ao tratamento e da ausência de complicações.

Um exemplo é a sepse (infecção generalizada), que é um risco real em pacientes com mais de 70 anos. Além da infecção, os médicos monitoram as condições gástricas de Bolsonaro, já que a pneumonia tem provável origem aspirativa.

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No campo jurídico e familiar, a internação intensificou as críticas da defesa e do senador Flávio Bolsonaro às condições de detenção na ala hospitalar do 19º Batalhão da PM.

O senador afirmou publicamente que o pai “correu risco de morte” e que o ambiente carcerário não oferece a vigilância contínua necessária para um paciente com seu histórico de saúde debilitado.

Enquanto o ministro Alexandre de Moraes autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro atue como acompanhante na UTI, a defesa aguarda novas manifestações do Judiciário sobre o pedido de prisão domiciliar humanitária.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.