Uma fatalidade ocorrida nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, comoveu os moradores de Senhor do Bonfim, no norte da Bahia. Maria Helena Costa, de 67 anos, e sua filha, Juliana da Costa Pereira, de 42, faleceram após passarem mal quase simultaneamente enquanto estavam em um estabelecimento comercial no centro da cidade.
O episódio, marcado por uma trágica sucessão de eventos, mobilizou um grande aparato de socorro, mas infelizmente terminou com a perda de ambas as vidas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região.
O chamado de emergência para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) teve início com Juliana, que apresentava um quadro de crise convulsiva. Apesar dos esforços, não foi possível salvar sua vida.
Embora estivesse consciente no primeiro momento da assistência, seu estado de saúde declinou rapidamente para uma parada cardiorrespiratória ainda durante as manobras médicas.
Ao presenciar a gravidade da situação da filha e o esforço das equipes de resgate, Maria Helena também sofreu um mal-estar súbito e apresentou o mesmo quadro de parada cardíaca no local, evidenciando o impacto devastador do estresse emocional sobre sua saúde.
A operação de resgate foi complexa e contou com o empenho de quatro equipes do Samu, que incluíram duas unidades de suporte avançado, uma unidade básica e uma “motolância” para agilizar o deslocamento.
Apesar da rapidez no atendimento e do encaminhamento imediato para a UPA, as duas mulheres não resistiram aos sucessivos episódios cardíacos. A Polícia Civil já iniciou os trabalhos de investigação através da Delegacia Territorial de Senhor do Bonfim e informou que, preliminarmente, não existem sinais de crime na cena, tratando o caso como uma fatalidade de causas biológicas.
A Prefeitura de Pindobaçu e o prefeito de Senhor do Bonfim emitiram notas oficiais de pesar, solidarizando-se com a família e amigos diante da perda de Maria Helena e Juliana.

