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Madrinha dos irmãos gêmeos que foram atacados de forma cruel em SC, traz detalhe comovente sobre um deles que foi à óbito

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O caso chocou a comunidade local e segue sob investigação.

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Um trágico episódio de violência abalou a cidade de Florianópolis na última sexta-feira (15). Gustavo Felistoffa, de 23 anos, morreu após ser esfaqueado no peito durante um confronto envolvendo seu irmão gêmeo e um casal, após a recusa em atender um pedido de compra de bebidas alcoólicas.

O caso gerou comoção na comunidade, especialmente entre amigos e familiares da vítima, que era conhecida por sua postura protetora em relação ao irmão. Cléria Nunes, madrinha dos jovens detalhou que Gustavo sempre protegia seu irmão.

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“E sempre teve essa postura diante do irmão, de proteger, de cuidar. Eram gêmeos, mas como o mano ficou na maternidade mais tempo, parecia até que era irmão mais velho. Os dois têm uma ligação linda, sempre juntos, mesma turma de amigos”, ressaltou Cléria Nunes.

Gustavo Felistoffa 23 anos Foto Redes SociaisDivulgao

Gustavo Felistoffa, 23 anos — Foto: Redes Sociais/Divulgação

De acordo com informações da Polícia Militar, o incidente ocorreu por volta das 3h10, quando o grupo de amigos dos irmãos foi abordado pelo casal suspeito em uma loja de conveniência.

Após o pedido de bebidas ser negado, iniciou-se um desentendimento que culminou em violência. Armado com um canivete, o suspeito atacou os irmãos, causando ferimentos graves em Gustavo, que não resistiu após ser levado ao hospital.

O irmão gêmeo sofreu cortes menos graves, recebendo 11 pontos, mas sem necessidade de hospitalização. O casal suspeito foi detido em flagrante e levado à Central de Plantão Policial.

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A prisão preventiva do homem, de 29 anos, foi confirmada pela Justiça, enquanto a mulher, de 20 anos, foi hospitalizada devido a ferimentos e não teve sua situação judicial atualizada.

O suspeito alega que agiu em legítima defesa, afirmando que o grupo teria começado a rir deles e que sua companheira foi agredida com uma garrafa antes do ataque.

Segundo relatos de amigos e testemunhas, Gustavo tentou intervir e proteger o grupo, reforçando o vínculo próximo com seu irmão, destacado por familiares. A Polícia Civil segue investigando o caso, e os autos já foram encaminhados ao Poder Judiciário.

O episódio reacende debates sobre a violência em espaços públicos e a necessidade de fortalecer a segurança em locais de convívio noturno. A tragédia deixou marcas profundas entre os amigos e parentes da vítima, que agora buscam justiça e enfrentam o desafio de lidar com a perda.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.