Notícias

Investigações apontam que ícone do tecnomelody foi morta dentro de casa

ANÚNCIOS

O caso segue sob investigação.

ANÚNCIOS

A música tecnomelody, que marcou gerações no início dos anos 2000, perdeu uma de suas vozes mais emblemáticas. Uma das pioneiras deste estilo que arrasta multidões foi calada para sempre.

Ruthetty, cantora que se destacou no cenário musical paraense e que conquistou o público com seu estilo irreverente, foi sepultada nesta sexta-feira, dia 5, na cidade de Ananindeua, localizada na  Região Metropolitana de Belém, capital do estado do Pará.

ANÚNCIOS

Aos 49 anos, ela foi encontrada sem vida dentro de sua residência, dois dias antes, gerando comoção entre fãs, amigos e familiares. Segundo informações do laudo da Polícia Civil, a causa da morte envolveu asfixia e múltiplas lesões corporais graves, o que configura um quadro de politraumatismo.

A Delegacia de Feminicídio de Belém conduz as investigações sob sigilo, com o objetivo de preservar os detalhes do caso e garantir a efetividade dos procedimentos. A polícia já iniciou a análise de imagens de câmeras de segurança e a oitiva de testemunhas, além de requisitar perícias técnicas para esclarecer os acontecimentos.

Um membro da equipe da artista relatou que Ruthetty teria sido agredida com um objeto contundente e afirmou que um suspeito já foi identificado. Embora os detalhes não tenham sido oficialmente divulgados, há indícios de que o episódio foi cuidadosamente planejado.

A família da cantora, representada pelo irmão que reconheceu o corpo no Instituto Médico Legal, relatou a presença de múltiplos hematomas no rosto da vítima, reforçando a hipótese de que ela teria resistido durante os momentos finais.

Ruthetty deixa um legado importante na música popular do Pará e na cultura regional. Seu estilo ajudou a popularizar o tecnomelody, gênero que mistura elementos eletrônicos com ritmos locais e que continua a influenciar artistas da nova geração.

ANÚNCIOS

Sua morte levanta reflexões sobre a importância de políticas públicas eficazes para a proteção das mulheres, especialmente em contextos de violência doméstica e urbana, além da valorização de artistas que marcam suas comunidades com autenticidade e paixão.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.