Entrevistado por canais de comunicação, nesta última sexta-feira, dia 1 de novembro, o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, filiado ao PL, descartou a possibilidade de escolher sucessor para representar a direita em 2026.
De acordo com Bolsonaro, apenas ele teria chances reais de vencer. Com isso, ele fez uma declaração: “Mas eu só falo depois de enterrado. Estou vivo. Com todo o respeito, chance só tenho eu, o resto não tem nome nacional. O candidato sou eu”.
Apesar de no momento se encontrar inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) desde junho de 2023, Bolsonaro expressou a intenção de reverter a condenação.
No momento, Bolsonaro se encontra inelegível pelo período de oito anos, recebendo a condenação com base em abuso de poder e uso indevido de meios de comunicação durante uma reunião com embaixadores em 2022.
Na ocasião, ele questionou o sistema eleitoral brasileiro sem apresentar provas. Agora, ele alegou que irá tentar recorrer ao Congresso, ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao apoio popular para conseguir se tornar elegível em 2026.
Ademais, o político também declarou que não é otimista, mas realista e que estaria preparado para enfrentar qualquer coisa. Logo em seguida, ele recebeu questionamentos sobre sua gestão e o que teria feito diferente.
Bolsonaro afirmou que teria escolhido ‘ministros mais palacianos’, mas defendeu suas ações durante a pandemia da COVID-19, destacando que acredita não ter errado em nenhuma decisão feita na época.
Ao ser questionado sobre sua gestão, Bolsonaro afirmou que, se pudesse fazer algo diferente, teria escolhido “ministros mais palacianos”, mas defendeu suas ações durante a pandemia de Covid-19, destacando que não considera ter errado em nenhuma decisão na época.

