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Identificado o empresário que foi encontrado morto após mobilização de sargentos da PM

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Mais detalhes de um vídeo foram expostos e chamaram atenção diante da morte de um empresário.

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Após a prisão de quatro suspeitos, incluindo dois sargentos da Polícia Militar, novas imagens revelaram a logística do assassinato do empresário Fabrício Brasil Lourenço, de 49 anos, em Goiânia.

Os vídeos, divulgados nesta sexta-feira, dia 5 de dezembro, mostram a movimentação do grupo em uma chácara usada como base para o crime, ocorrido em outubro. As fontes da investigação são da TV Anhanguera, que teve acesso às gravações.

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Uma das câmeras mostra a chegada do segurança Cleyton Souza Lima ao local, no Setor Santa Genoveva.  Horas depois, entram na propriedade uma moto, supostamente pilotada pelo sargento Leneker Breno Campos, e um carro dirigido pelo sargento Tiago Lemes de Oliveira.

Com a notícia das imagens, a cronologia do crime foi detalhada. Menos de uma hora após a reunião na chácara, Fabrício foi executado a tiros no Bairro Feliz. (assista o vídeo aqui)

Após o assassinato, os militares teriam aguardado em uma mata até serem resgatados por uma caminhonete dirigida pelo ex-militar José Antônio Moreira, que transportou a moto usada no crime coberta por uma lona.

Diante da situação, a defesa do sargento Leneker negou as acusações, classificando a prisão como um “lamentável erro”. Já a Polícia Militar informou que a Corregedoria acompanhou o cumprimento dos mandados e que “cumpre rigorosamente as determinações.

A possível motivação para a execução seria vingança. Fabrício Brasil Lourenço havia sido investigado e condenado em primeira instância por estupro de uma parente do coronel da PM Alessandro Regys, mas foi absolvido após recurso.

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O coronel, investigado como possível mandante, prestou depoimento e negou qualquer envolvimento: “Nunca ameacei nada”. No momento, os quatro presos — os dois sargentos, o ex-militar e o segurança — tiveram suas prisões temporárias mantidas pela Justiça.

A Polícia Civil continua investigando a participação de cada um e o suposto envolvimento do oficial de alta patente como mandante. Mais detalhes deverão ser expostos em breve.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.