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Identificada a agente da PM que perdeu a vida em acidente envolvendo militar do Exército

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O caso está sob investigação.

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Na madrugada desta segunda-feira, um grave acidente na Linha Amarela, no trecho que corta a Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, resultou na morte de uma policial militar.

A vítima, uma agente de 39 anos identificada como Carla Cristiane Teixeira Bon, foi atingida por um veículo desgovernado enquanto realizava patrulhamento na via expressa.

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O impacto ocorreu quando um motorista tentou desviar de outro carro, perdeu o controle e colidiu contra uma viatura policial. No momento do acidente, a policial estava fora do veículo e acabou sendo atropelada.

A gravidade dos ferimentos fez com que não resistisse, deixando dois filhos. Com mais de uma década de serviço na corporação, Carla ingressou na Polícia Militar em 2012 e atuava na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

No momento do acidente, prestava apoio ao Batalhão de Policiamento em Vias Expressas. As investigações apontam que o responsável pelo acidente foi um militar do Exército de 21 anos, identificado como Kayky Moyses Esposito Santos.

Ele é aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Rio de Janeiro. Durante o atendimento à ocorrência, sua farda foi encontrada dentro do veículo, que ficou completamente destruído.

O jovem sofreu ferimentos graves e foi socorrido para uma unidade hospitalar, no Méier, onde segue internado. Além da policial, um outro agente que estava dentro da viatura também se feriu.

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Ele foi encaminhado para a unidade de saúde da PM, mas teve apenas um ferimento na perna e seu estado de saúde é estável. Imagens registradas no local mostram a viatura policial com a traseira bastante danificada, assim como a lateral do carro de passeio envolvido na colisão.

Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da concessionária Lamsa, responsável pela administração da Linha Amarela, atuaram no resgate e na organização da via após o acidente.

O caso reforça os riscos enfrentados por agentes de segurança durante o patrulhamento em vias expressas e levanta questionamentos sobre a segurança no trânsito da região, especialmente em horários de menor movimento, quando a imprudência pode ter consequências fatais.

As circunstâncias do acidente seguem sob investigação, e a Polícia Civil deve apurar se houve imprudência, alta velocidade ou consumo de álcool por parte do motorista envolvido na tragédia.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.