Na noite desta terça-feira (2), Wellington da Silva Rosas, acusado de matar sua filha de 18 anos no Centro de São Paulo, foi encontrado sem vida dentro do Centro de Detenção Provisória (CDP) II de Pinheiros.
O homem de 39 anos é suspeito de asfixiar Rayssa Santos da Silva Rosas, transportar seu corpo em uma caixa de papelão, colocar fogo no corpo da filha e desová-lo no buraco de uma rodovia. Ele foi detido em flagrante dois dias após o crime.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Wellington faleceu após ter sido sufocado por outro detento, de 38 anos. Ele foi levado ao Pronto Socorro da Lapa, mas não resistiu aos ferimentos.
Conforme informado pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), o óbito resultou de um conflito interpessoal. “Eram 20h quando servidores ouviram pedidos de socorro vindos do local que o preso habitava.

A equipe removeu outros detentos do ambiente e levou Rosas para o pronto socorro da região, onde foi constatado o óbito”, informou a SAP em nota oficial.
Ainda segundo a SAP, o boletim de ocorrência foi lavrado pelas autoridades competentes na 91ª DP, os responsáveis pela administração do presídio ficaram a cargo de entrar em contato com os familiares de Wellington da Silva Rosas para avisar sobre o óbito.
Como aconteceu o crime
Na segunda-feira (25), um dia antes de ser capturado, Wellington foi capturado em imagens de vídeo de vigilância saindo de seu apartamento na área central de Bela Vista.
Segundo as informações da Polícia Civil, ele foi visto utilizando um carrinho de mão para transportar uma caixa de papelão até o elevador. Dentro dessa caixa estava o corpo de Rayssa Santos da Silva Rosas, de 18 anos.
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A polícia continua com as investigações sobre o homicídio do presidiário.

