Os graves acidentes envolvendo veículos de grande porte continuam sendo um dos maiores desafios das rodovias brasileiras. O tamanho e o peso desses caminhões transformam qualquer colisão em uma ocorrência de grandes proporções, com consequências severas não apenas para as vítimas, mas também para o trânsito e para a segurança de quem circula pelas estradas.
Na manhã desta terça, dia 11 de novembro, um desses episódios voltou a chamar atenção na BR-101, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Por volta das 6h30, dois caminhões com placas de Biguaçu se envolveram em uma colisão no quilômetro 187,5, no sentido Curitiba.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um homem de 61 anos, que estava como passageiro de uma das carretas, morreu no local. O motorista do mesmo veículo, de 58 anos, sofreu apenas ferimentos leves, enquanto o condutor do outro caminhão, de 43 anos, saiu ileso.
Com o impacto, a faixa da direita da rodovia precisou ser bloqueada para o atendimento da ocorrência. O tráfego ficou lento e, segundo a concessionária Arteris Litoral Sul, a fila chegou a cerca de sete quilômetros até o meio da manhã.
Por volta das 9h, os veículos já haviam sido removidos, e o fluxo começou a ser normalizado. Embora as causas exatas do acidente ainda estejam sob investigação, o caso reforça a necessidade de prudência e fiscalização constante nas rodovias que cortam o Estado.
A BR-101 é uma das vias mais movimentadas do país, com intenso fluxo de caminhões, o que aumenta o risco de acidentes graves, especialmente nos horários de pico ou em trechos com obras e curvas acentuadas.
A morte do passageiro, morador da região, gerou comoção entre familiares e amigos. O caso é mais um lembrete de que, mesmo com tecnologia e manutenção, a atenção humana continua sendo o fator mais decisivo para evitar perdas nas estradas.

