Segundo informações do blog NaTelinha, a TV Globo foi condenada a pagar uma quantia milionária ao comunicador Lair Rennó. A decisão da Justiça atende a uma ação movida pelo apresentador, que ficou seis anos na emissora.
Lair teve bastante destaque na empresa durante sua participação no “Encontro”, ao lado de Fátima Bernardes. Lair foi co-apresentador da atração por anos, fazendo também reportagens e cobrindo a própria titular em suas ausências.
Apesar do destaque e sucesso com o público, Rennó acabou acionando a Justiça contra sua a emissora. Isso porque o comunicador teve vínculo como Pessoa Jurídica, substituindo o vínculo como CLT.
Na ação, Lair alegava que a empresa mudou o vínculo de trabalho para sonegar valores. A alegação foi acatada pelo juíz que avaliou o caso, Adriano Marcos Soriano Lopes. Na sentença, o magistrado apontou prática de fraude.
“A prestação de serviços do apresentador Lair Rennó, como pessoa jurídica em prol da Rede Globo ‘constituiu intuito apenas de fraudar a relação de trabalho por meio da pejotização’ (art. 9º da CLT)”, diz trecho do texto.
Lair Rennó não é o único a tomar a decisão de processar a empresa. Não apenas a Globo, como outras empresas, também já tiveram decisão judiciais em desfavor após vínculos com PJ no lugar de CLT.
Outro caso que ficou bastante conhecido foi o da jornalista Rachel Sheherazade, em ação contra o SBT. Existem ainda outros exemplos, alguns envolvendo figuras bem conhecidas do público.

