A situação do policial Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, continua bastante dramática. Nesta sexta-feira (21/03), a família do agente pediu ajuda por ele. Felipe precisa de doação de sangue durante a internação.
Felipe, era co-piloto do helicóptero que foi alvo de tiros no Rio na última quinta. O agente foi encaminhado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, onde permanece internado depois de passar por cirurgia.
Pelas redes sociais, a família tem se mobilizado para pedir por doação de sangue. Quem puder doar, deve procurar o Hemorio, que esta localizado na Rua Frei Caneca, no Centro do Rio de Janeiro.
Na última quinta-feira (20/03), uma mobilização interna levou policiais civis e alunos da Academia Estadual de Polícia Sylvio Terra (Acadepol) até o hemorio para doar sangue em conjunto ao agente.
O agente Felipe era co-piloto de um helicóptero que apoiava uma operação da polícia no Vila Aliança. A operação, segundo as informações da polícia, tinha como objetivo combater uma quadrilha responsável por uma série de roubos de veículos.
Segundo a polícia, criminosos se articularam em um morro próximo da comunidade e realizaram disparos contra o helicóptero, causando o ferimento no agente. Desde 2013, a polícia civil vem registrando um aumento no número de confrontos envolvendo aeronaves.
Em nota, as autoridades classificaram a quadrilha como “narcoterrorista”. A polícia ainda garantiu, em nota, que vai responder a ação dos criminosos e que as investigações estão sendo conduzidas.
“A Polícia Civil vai dar a resposta, pode ter certeza disso. A gente tá investigando, já temos várias pessoas identificadas que participaram. A resposta vai ser dada à altura e na proporção do ataque que nós fomos vítimas”, diz nota.

O estado de saúde do agente é considerado grave de acordo com as informações.

